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23 OUT · Nº 080

Bom dia, cafeinado.

A Chevrolet confirmou que o Captiva PHEV, seu primeiro híbrido no Brasil, passa dos 1.000 km de autonomia, e a Toyota marcou a estreia mundial do novo SW4. Vira o shot. ☕

No shot de hoje · toque pra pular

🔋Captiva PHEV passa de 1.000 km01↓
🚙Novo SW4 estreia em 1º de dezembro02↓
🇨🇳Chery admite sócio americano03↓
🏍️Placa de isenção não livra empresa04↓
🔌Garras de bateria a partir de R$ 1205↓
 

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Why Overseas Producers Can't Undercut Atlas Salt, Even for Free

Cities are already running short on road salt, and winter hasn't even started. Some supply bids are going unanswered, prices have nearly doubled in parts of the market, and the backup plan is two weeks away by boat. Here's why Atlas Salt (TSXV: SALT | OTCQX: SALQF) can get salt to the people who need it most, faster and cheaper than anyone shipping from overseas: 

• Three days by ship to Boston, not fourteen

• Shallow deposit that's cheaper and faster to mine

• Projected C$188M a year in free cash flow

• Export Development Canada interested in lending C$150M

• Early supply deal with top U.S. salt distributor

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01  A manchete↑ índice

Chevrolet Captiva PHEV passa de 1.000 km de autonomia

A Chevrolet confirmou que o Captiva PHEV, seu primeiro híbrido vendido no Brasil, terá mais de 1.000 km de autonomia combinada. O número repete a promessa feita para a versão já oferecida na Argentina. A montagem nacional começa em novembro, no Ceará, mas a chegada às lojas ainda não tem data.

O SUV muda pouco em relação ao Captiva EV vendido por aqui: mantém a carroceria, boa parte do desenho e praticamente a mesma cabine. A diferença está no conjunto mecânico, já que além de carregar a bateria na tomada o PHEV tem motor a gasolina e uma segunda portinhola para abastecer o tanque.

A marca ainda não divulgou as especificações do híbrido brasileiro, mas o carro argentino dá uma pista. Ele combina um motor 1.5 aspirado a gasolina com outro elétrico, entregando 204 cv e 31,6 kgfm de torque às rodas dianteiras. A bateria LFP tem 20,5 kWh, bem menos que os 60 kWh do Captiva EV, que percorre 304 km pelo Inmetro.

O nome é conhecido, mas o projeto não tem relação com o SUV vendido pela Chevrolet na década passada. O Captiva atual nasceu na China como Wuling Starlight S, na parceria SAIC-GM-Wuling.

Os dois têm porte praticamente igual: 4,74 m de comprimento, 2,80 m de entre-eixos e cabine para cinco pessoas. Se seguir a Argentina, o híbrido pode ter 532 litros de porta-malas, contra 403 litros do elétrico.

Quem quer um SUV eletrificado sem depender só da tomada ganha uma opção nacional, mas ainda sem preço nem data de loja.

Fonte: Motor1 Brasil

 
 
02  Lançamento↑ índice

Novo SW4 tem estreia mundial marcada para 1º de dezembro

A Toyota da África do Sul confirmou à revista local CAR que a renovação do SW4 será apresentada ao mundo em 1º de dezembro. O local da apresentação ainda não foi divulgado. Naquele mercado o SUV se chama Fortuner.

O foco da japonesa passa agora da Hilux, revelada no fim de 2025, para a versão SUV. Flagrado em testes na Tailândia, o novo SW4 deve seguir a receita da picape: grande transformação no visual e no interior, aproveitando a estrutura atual e mantendo a carroceria sobre chassi. Nos protótipos, a dianteira aparece mais alta e quadrada.

Por dentro, o painel deve ganhar formas mais retas, instrumentos digitais e central multimídia que pode chegar a 12,3 polegadas, com pacote mais amplo de assistências. Na mecânica, a aposta para o Brasil continua sendo o 2.8 turbodiesel, que hoje entrega 204 cv e 50,9 kgfm. A Hilux renovada abriu caminho para o sistema híbrido leve de 48 volts, mas a Toyota não confirmou quando ele chega ao SUV.

O calendário sul-americano começa pela Hilux, com primeiras unidades entregues na Argentina entre 12 e 17 de dezembro. O SW4, que continua sendo feito na Argentina e importado pelo Brasil, fica para o outono de 2027, entre março e junho, inicialmente na versão SRX.

Quem espera o novo SW4 conhece o visual em dezembro, mas só deve encontrá-lo na Argentina a partir de março de 2027.

Fonte: Motor1 Brasil

A dose exata

1.000 km Autonomia combinada prometida para o Captiva PHEV, a mesma da versão argentina. O Captiva EV vendido hoje no Brasil percorre 304 km pelo Inmetro.

 

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Espresso

Polo 2027 A Volkswagen apresentou a linha 2027 de Polo e Polo Track sem mudança de visual ou mecânica, com sensores de estacionamento traseiros de série na versão de entrada e reajuste de até R$ 2 mil em outras versões. →

Fastback O Fiat Fastback Turbo 200 2027 parte de R$ 117.990 e adota o motor 1.0 turbo de 116 cv. →

Arcfox T1 Concessionárias anunciam a pré-venda do Arcfox T1, elétrico da chinesa BAIC apontado como rival do BYD Dolphin. →

 
 
03  Mercado↑ índice

Chery admite parceria com montadora americana para chegar aos EUA

A chinesa Chery, que vende carros sob o próprio nome e também como Omoda e Jaecoo, está aberta a se associar a montadoras americanas. O vice-presidente Charlie Zhang disse à Reuters que a empresa busca opções para os Estados Unidos, onde pesam a tarifa de 100% sobre veículos chineses importados e a proibição de software automotivo chinês.

Segundo Zhang, tecnicamente a Chery encontraria uma solução livre de componentes chineses em hardware e software. A restrição de software já forçou a Polestar, controlada pela Geely, a deixar o mercado americano neste ano. Enquanto isso, a Chery planeja entrar no Canadá no início do próximo ano, depois que o governo de Mark Carney abriu a porta às marcas chinesas nas negociações comerciais de janeiro.

O Jaecoo 7 foi chamado de "Temu Range Rover" pela imprensa britânica, pela semelhança com o Velar, mas se tornou em março o primeiro carro chinês a liderar as vendas no Reino Unido. As marcas chinesas já respondem por uma em cada dez vendas na Europa.

Jim Farley, da Ford, avisou num evento do setor que a fronteira americana deve ser rompida em 5 a 10 anos, enquanto legisladores debatem endurecer as regras. Um acordo como o sugerido poderia levar Ford ou GM a produzir carros para a Chery, o que daria à marca uma entrada legal.

A chegada de marcas chinesas aos EUA pode passar por fábricas de Ford e GM, e não só por importação.

Fonte: Carscoops

Ouvido no balcão

We're very open to different options, even potential partnership with American automakers

Charlie Zhang, vice-presidente da Chery, à Reuters (via Carscoops)

 
 
04  Direito do consumidor↑ índice

Placa de isenção não livra empresa de indenizar moto furtada

A juíza Flavia Bezerra Tone Xavier, da 3ª Vara Cível do Foro Regional de Nossa Senhora do Ó, condenou a Smart Fit a indenizar em R$ 31.048 um aluno que teve a motocicleta furtada no estacionamento de uma unidade no Lauzane Paulista, zona norte de São Paulo, em dezembro de 2025. A decisão é de primeira instância e pode ser contestada.

O aluno percebeu o furto ao receber alerta do rastreador enquanto treinava, e as imagens das câmeras, obtidas por ação judicial, confirmaram o crime. A juíza viu demarcações para motocicletas no local, concluiu que o espaço era usado habitualmente pelos alunos, aplicou a Súmula 130 do STJ e considerou nula a placa de isenção de responsabilidade.

A defesa atribuiu o furto a terceiro e à culpa do consumidor: a moto estaria em área interditada por gradil, sem autorização para motos e sem trava. A juíza não acolheu os argumentos.

A regra geral vem do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor e da Súmula 130, e o artigo 51, inciso I, invalida cláusulas abusivas. Há limite: em 2019, o STJ afastou a responsabilidade de uma lanchonete por roubo de moto com arma de fogo em estacionamento externo, gratuito e de livre acesso. Furto é a subtração sem violência; roubo envolve violência ou grave ameaça.

A placa de "não nos responsabilizamos" não encerra a discussão: vale guardar imagens e registros do caso.

Fonte: Quatro Rodas

 
 
05  Acessórios↑ índice

Garras de bateria para emergência a partir de R$ 12

Na hora de fazer uma ligação direta, carregar a bateria ou testar o sistema elétrico, uma boa garra de jacaré garante conexão firme e segura. O Autoesporte reuniu cinco kits encontrados nos principais marketplaces, com diferentes amperagens, materiais e faixas de preço.

O item mais barato da seleção é a garra GB-50, da Western, com duas unidades de cores diferentes para identificar os polos e capacidade de 50A. Custa R$ 12 no Magalu, tem capa emborrachada, garantia de três meses e nota média de 4 em 5 estrelas, ainda sem comentários na página.

Na outra ponta está a garra da Bestfer, com amperagem de até 300A e emborrachado em vermelho e preto, encontrada na Magazine Luiza por R$ 59. Entre os dois, o kit com 10 mini garras isoladas vermelhas (28 mm), da Green, sai por R$ 16 e serve a aplicações leves, com corrente máxima de 5A.

Os preços foram verificados durante a apuração, em outubro de 2026. A Western pode ser usada em cabos de chupeta, carregadores de bateria e transferências de carga, e as cores vermelha e preta ajudam a identificar o polo de cada lado da bateria.

Um item de poucos reais no porta-malas resolve uma ligação direta, desde que a amperagem combine com o uso.

Fonte: Autoesporte

O nível da xícara

Preço de três dos kits de garras da seleção do Autoesporte, em reais.

Western GB-50
  
R$ 12
Green 10 un.
  
R$ 16
Bestfer 300A
  
R$ 59
 
 

No radar · a agenda de hoje

Novembro · Começa a montagem nacional do Captiva PHEV no Ceará, ainda sem data de chegada às lojas.

1º de dezembro · Toyota apresenta ao mundo a renovação do SW4, em local ainda não divulgado.

12 a 17 de dezembro · Primeiras unidades da Hilux renovada devem ser entregues na Argentina.

Pra viagem

Confira a amperagem do kit de garras que você tem no porta-malas (a Western GB-50 suporta 50A) e troque por um modelo adequado ao carregador ou à chupeta que você usa.

Anúncios dão a direção, mas a data de chegada e a letra do contrato decidem o que o leitor leva para casa.

 
 
 
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ACerca de 500 km
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