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Espresso KTM Após ser assumida pela Bajaj, a KTM desmentiu rumores de transferência para a Índia, e o CEO Gottfried Neumeister confirmou o compromisso de manter a produção na Áustria. → BYD O Dolphin Mini GL chega à linha 2027 só com mudança de cor, e a versão de entrada também é oferecida a pessoa física, com entrega em 19 dias úteis. → Stellantis A Stellantis mostrou carros-conceito em Paris para todas as marcas, menos a Lancia. →
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O GTO da Pontiac pegou o nome emprestado de uma Ferrari
 O Pontiac GTO estreou em 1964 e virou símbolo da era de ouro dos muscle cars por ser o pacote completo: V8 potente, visual à altura e um carro de rua que não exigia equipe de boxes para ficar em ponto. Antes dele, Detroit já fazia carros rápidos, como o Chevy Impala 409 e o Pontiac 421 Super Duty, mas levar um deles para casa podia envolver código secreto de motor na lista de opcionais ou produção em número pequeno. As letras vêm da Ferrari. O 250 GTO, de 1962, nasceu para vencer provas como as 24 Horas de Le Mans, e a FIA exigiu a construção de 100 carros de rua para homologar (do italiano omologare, legalizar) o cupê V12. A Ferrari fez a entidade acreditar que havia cumprido a cota, mas tinha produzido apenas 36. A 7.200 km dali, em Michigan, a Pontiac tinha currículo próprio: entre 1960 e 1962 venceu a Daytona 500 duas vezes, além dos campeonatos de pilotos e de fabricantes da NASCAR Grand National. Em janeiro de 1963, porém, a GM baniu toda atividade esportiva de fábrica, e a marca precisou de outro caminho para chamar a atenção do público e do mercado emergente dos baby boomers. A solução é amplamente creditada a John DeLorean, então engenheiro-chefe, com a ajuda dos engenheiros Bill Collins e Russ Gee.
O badge mais famoso dos muscle cars veio de uma Ferrari que entregou 36 dos 100 carros exigidos.
Fonte: Carscoops
O nível da xícara Carros de rua exigidos pela FIA para homologar o Ferrari 250 GTO e quantos a Ferrari fez de fato |
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Varetas de óleo saem de cena e o nível vai para o painel
 Durante décadas, a vareta foi a ferramenta simples para conferir se o motor ou o câmbio tinham fluido suficiente. Hoje muitos carros não a trazem e entregam a informação em telas digitais, às vezes escondidas fundo nos menus do touchscreen, o que soa como retrocesso para quem faz a manutenção em casa. As montadoras explicaram a mudança à Automotive News em 2024. Pela Stellantis, o porta-voz Dale Jewett disse que o consumidor de hoje não prioriza conferir o óleo à mão e que o sensor mostra o nível toda vez que o motor é ligado. A Mercedes-Benz dos EUA, por Andrew Brudnicki, citou alertas no painel quando o nível sai da faixa normal, o que ajuda a evitar danos ao motor. Há também um problema de leitura. As varetas têm marcas riscadas, dobras ou 'Min' e 'Max' em fonte minúscula, e quem precisa completar o óleo pode errar o nível, sendo que tanto a falta quanto o excesso trazem consequências sérias. A Mercedes argumenta que a medição digital não depende da experiência da pessoa e elimina fatores como carro fora de superfície plana, diferença entre motor frio e quente e o ângulo de leitura da vareta.
Em carro sem vareta, o nível do óleo passa a viver no painel e nos menus da tela.
Fonte: Carscoops
Ouvido no balcão Today's consumer does not prioritize manually checking the oil level. With a sensor, that info is presented to them every time they turn on the ignition. This is customer-focused engineering Dale Jewett, porta-voz da Stellantis, à Automotive News em 2024 (via Carscoops) |
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Nissan projeta alta de 29% na produção no Brasil e estuda híbridos
 A Nissan no Brasil projeta alta de 29% na produção em 2026, com foco em exportações, segundo o Perfil Brasil. A matéria coletada traz a projeção e o foco, sem detalhar volumes absolutos. Em encontro com jornalistas na sexta-feira (16), a marca confirmou a data de lançamento do X-Trail e-Power no Brasil e deu detalhes dos planos para os próximos anos. O novo presidente nacional, Ricardo Gondo, afirmou estar atento às movimentações do mercado e avaliar novas estratégias no curto e médio prazos. Questionado sobre a entrada da Nissan nos SUVs compactos híbridos, segmento em que as marcas chinesas ganham cada vez mais força, Gondo respondeu à pergunta, e a Autoesporte informa que a empresa estuda um novo investimento para produzir carros híbridos no Brasil. Os trechos coletados não trazem valor do aporte, modelo nem prazo.
A Nissan quer produzir mais no Brasil e estuda fabricar híbridos aqui.
Fonte: Autoesporte
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No radar · a agenda de hoje Próximos dias · Chery User Summit, em Wuhu (China): o Omoda 7 híbrido pleno (HEV, bateria de 5 kWh) será apresentado, ainda sem confirmação oficial para o Brasil. 2027 · A direção por fio ganha volume comercial com a plataforma STLA One da Stellantis. Sem data · A Nissan ainda não detalhou valor nem prazo do investimento em carros híbridos no Brasil.
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Pra viagem Abra o manual do seu carro e localize se o nível de óleo é conferido na vareta ou em um menu da tela, para saber como checar antes da próxima viagem. Volante, óleo e preço: o que antes se conferia com a mão agora vive em sensor e software. Resta saber quanto desse controle o motorista quer devolver ao carro. |
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