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Bom dia, cafeinado.
A Hyundai confirmou oficialmente o que já era esperado: HB20, HB20S e Creta 2027 chegam com motor 1.0 turbo mais fraco, e a fábrica catarinense da BMW acaba de bater uma marca histórica de eletrificados. Vira o shot. ☕
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Hyundai reduz potência de HB20 e Creta por causa de imposto
A Hyundai confirmou que o motor 1.0 TGDI turbo flex usado em HB20, HB20S e Creta 2027 perdeu força: a potência caiu de 120 cv para 115 cv em todas as versões equipadas com esse propulsor. O torque foi mantido em 17,5 kgfm, mas o corte na potência já está valendo na linha 2027, que chega às concessionárias com a nova calibração. A mudança não é estética nem de engenharia por engenharia: segundo a Motor1, o ajuste segue a mesma calibração já usada pelo i20, outro modelo do grupo Hyundai que roda com motor semelhante. A explicação apontada é tributária, o que sugere que a marca recalibrou o motor para se enquadrar em uma faixa fiscal mais vantajosa, prática comum entre fabricantes quando o imposto incide sobre parâmetros técnicos do motor. Na prática, quem for às lojas atrás do HB20 ou HB20S 2027 encontra a tabela de preços praticamente igual à anterior, mas com menos cavalos debaixo do capô. O HB20 Comfort 1.0 MT parte de R$ 96.140, o Limited 1.0 TGDi AT sai por R$ 122.690, e o topo de linha Platinum 1.0 TGDi AT chega a R$ 132.490. Já no HB20S, o Comfort custa R$ 105.290 e o Limited 1.0 MT, R$ 107.590. O Creta segue a mesma lógica de recalibração, reforçando que a decisão é de política de produto, e não um caso isolado. Para o consumidor, o efeito é sentido no desempenho ao acelerar e nas ultrapassagens, ainda que a Hyundai não tenha detalhado publicamente o quanto essa mudança altera os números de 0 a 100 km/h ou retomadas. A movimentação da Hyundai deve pressionar rivais diretos como o próprio i20, que já usa a calibração mais branda, e outros compactos turbo do segmento que enfrentam a mesma engenharia tributária brasileira.
Quem for comprar HB20, HB20S ou Creta 2027 troca 5 cv de potência por uma engenharia tributária que a Hyundai não detalhou em público.
Fonte: Autoesporte
Dois lados da xícara ▲ Ganha Hyundai, que ajusta o motor a uma faixa fiscal mais vantajosa sem mexer no preço final. | ▼ Perde Comprador do HB20/Creta 2027, que leva menos potência (120 cv para 115 cv) pelo mesmo valor. |
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BMW bate 3,5 milhões de elétricos vendidos, com ajuda de fábrica catarinense
 A BMW atingiu a marca de 3,5 milhões de carros eletrificados vendidos no mundo, e parte dessa conta tem contribuição direta do Brasil: um modelo híbrido fabricado na planta de Araquari, em Santa Catarina, ajudou a empurrar o número global da marca, segundo reportagem da NSC Total. O marco acontece num momento em que a BMW também acelera a produção de elétricos na Europa: a montadora ativou um terceiro turno em uma de suas fábricas depois de acumular mais de 100 mil pedidos na região, sinal de que a demanda por modelos totalmente elétricos da marca superou o ritmo de produção original planejado. Para o consumidor brasileiro, o destaque da fábrica de Araquari reforça o papel do país na estratégia de eletrificação da BMW, que não se limita a modelos 100% elétricos: híbridos produzidos localmente também entram na conta de veículos eletrificados que a marca soma globalmente. O movimento conjunto (marco global batido e turno extra na Europa) mostra que a eletrificação da BMW deixou de ser um nicho e passou a exigir capacidade industrial extra, algo que pode influenciar prazos de entrega e disponibilidade de modelos elétricos e híbridos nos próximos meses, inclusive no Brasil.
A fábrica brasileira da BMW faz parte ativa da corrida global por eletrificação, o que pode significar mais modelos híbridos e elétricos chegando por aqui.
Fonte: NSC Total
O nível da xícara Pedidos de elétricos da BMW na Europa que levaram ao 3º turno | Pedidos acumulados | | 100 mil |
| Total eletrificados vendidos (mundo) | | 3,5 mi |
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