| |
 |
CarShot |
Shot Matinal · 06h
18 AGO · Nº 015
|
|
|
Bom dia, cafeinado.
Um McLaren duas vezes acidentado acabou de virar o carro britânico mais caro já vendido em leilão, e isso diz muito sobre quanto história (mesmo history torta) vale hoje no mercado de clássicos. Café na mão, bora ver o que mais rolou no mundo automotivo nas últimas horas. Vira o shot. ☕
|
|
No shot de hoje · toque pra pular | 🏎️ | McLaren bate recorde | 01↓ |
| 🔋 | Consumo do BYD Atto 2 | 02↓ |
| ⚖️ | Kia paga US$ 11,5 mi | 03↓ |
| 🚙 | Toro mais barata que Avenger | 04↓ |
| 🆚 | Avenger contra os rivais | 05↓ |
|
|
|
McLaren F1 GTR duas vezes batido vira o carro britânico mais caro já leiloado
Um McLaren F1 GTR na icônica pintura Pop Art foi vendido por $34,6 milhões, tornando-se o carro britânico mais caro já leiloado. O valor supera qualquer outro modelo made in UK que já passou por martelo em leilão. O detalhe curioso é o histórico do carro: ele já foi batido duas vezes. Uma das batidas foi causada por um jornalista durante um teste, e a outra pelo próprio Nick Mason, baterista do Pink Floyd e dono conhecido de coleção de carros de peso. O F1 GTR é a versão de competição do McLaren F1, um dos carros mais cobiçados da história recente por colecionadores. Mesmo com o histórico de acidentes, a raridade do modelo e a proveniência (ligada a Mason) pesaram mais que qualquer arranhão na carroceria. O resultado reforça uma tendência do mercado de clássicos: história documentada, ainda que inclua batidas, pode valorizar um carro em vez de depreciar, desde que a raridade e o nome por trás dela sustentem a peça.
Mostra que raridade e proveniência pesam mais que estado de conservação perfeito no mercado de colecionáveis.
Fonte: Carscoops
Dois lados da xícara ▲ Ganha Consignatário do leilão, que embolsou $34,6 milhões por um carro já duas vezes batido | ▼ Perde Colecionadores que buscavam um F1 GTR sem histórico de acidente, agora com referência de preço ainda mais alta |
|
|
|
|
BYD Atto 2 flex tem consumo revelado pelo Inmetro
 O Inmetro finalmente divulgou os números oficiais de consumo do BYD Atto 2, híbrido plug-in flex que está em pré-venda desde junho com preços a partir de R$ 150 mil. Na versão de entrada GL, o carro faz 11,7 km/l na cidade rodando com etanol, número que cai para 10,5 km/l em rodovia. Com gasolina, a média sobe para 15,8 km/l no perímetro urbano. A comparação direta feita pela imprensa especializada mostra que o consumo do Atto 2 Flex ficou pior que o do Song Pro Flex, outro híbrido plug-in da BYD, mesmo o Atto 2 sendo mais leve. Diferenças mecânicas no motor térmico explicam a distância entre os dois modelos. Para quem reservou o carro sem saber esses números, a informação que faltava desde o início das reservas finalmente chegou e pode pesar na decisão final de compra.
Quem reservou o Atto 2 sem saber o consumo agora tem o dado oficial para comparar com rivais como o Song Pro Flex.
Fonte: Motor1 Brasil
|
|
Engenheiros mexicanos vencem processo contra fábrica da Kia na Geórgia
 Um juiz federal aprovou acordo de $11,5 milhões para encerrar um processo movido por engenheiros mexicanos que alegam ter sido colocados na linha de produção de duas fábricas da Kia e Hyundai na Geórgia, nos Estados Unidos. O caso girava em torno de como o sistema de visto TN, criado para profissionais qualificados, teria sido usado de forma incorreta para colocar esses trabalhadores em funções de chão de fábrica em vez das posições técnicas para as quais foram contratados. A decisão judicial fecha um processo que se arrastava há tempo e serve de precedente para outros casos envolvendo o uso de vistos de trabalho especializados em funções operacionais dentro da indústria automotiva americana. O acordo aprovado marca o encerramento formal da disputa entre os engenheiros e as montadoras envolvidas nas duas plantas da Geórgia.
Reforça que o uso indevido de vistos de trabalho especializado tem custo financeiro real para montadoras nos EUA.
Fonte: Carscoops
|
|
Fiat derruba preço da Toro e ela fica mais barata que o Jeep Avenger
 A Fiat colocou a Toro em oferta e o modelo passou a custar menos que o recém-lançado Jeep Avenger. A versão Freedom, já da linha 2027, sai por R$ 134.990. A condição vale para quem entregar uma Strada ou Toro usada como parte de pagamento durante o mês de agosto, o que reduz o valor final do carro zero. A jogada acontece na mesma semana em que o Avenger chega ao mercado como novo modelo de entrada da Jeep, disputando espaço direto com picapes e SUVs compactos na mesma faixa de preço. Para quem está namorando os dois carros, a oferta da Fiat muda a conta na hora de decidir entre picape e SUV compacto.
Quem estava decidindo entre Toro e Avenger ganhou um argumento de preço a favor da picape da Fiat.
Fonte: Motor1 Brasil
A dose exata Com a oferta de troca, a Toro Freedom 2027 sai por R$ 134.990, abaixo do preço do Jeep Avenger. |
|
|
Avenger contra todos: como o novo Jeep se compara com os rivais
 Depois de cinco anos sem grandes lançamentos, a Jeep colocou o Avenger na rua como seu novo modelo de entrada, posicionado abaixo do Renegade na linha da marca. O Avenger adota a plataforma CMP (Common Modular Platform) do grupo Stellantis, a mesma usada pelo Peugeot 2008 e por outros modelos vendidos fora do Brasil, o que reduz custo de desenvolvimento e acelera o lançamento por aqui. Essa base compartilhada também aparece em outros pontos do carro: peças, soluções mecânicas e componentes que já são conhecidos de modelos da Citroën, Fiat e Peugeot dentro do grupo Stellantis. Com isso, o Avenger entra num mercado onde já disputa espaço direto com outros SUVs de entrada, e a plataforma compartilhada é justamente o que define boa parte do que ele oferece pelo preço cobrado.
Quem está pesquisando SUV de entrada agora tem mais uma opção construída sobre uma plataforma já testada em outros modelos.
Fonte: FlatOut
Pra viagem Comparar a ficha técnica do Avenger com Renegade e Pulse no configurador antes de fechar pedido. |
|
|
|