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CarShot |
Shot Matinal · 06h
09 AGO · Nº 006
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Bom dia, cafeinado.
O dia começa com a BYD estreando uma tecnologia inédita no Brasil: o primeiro SUV híbrido movido a etanol da marca chinesa. É um movimento que mexe direto na briga por um mercado que ainda é dominado por combustão e flex. Tem também Geely mudando a bateria do elétrico que pode chegar por aqui, e a Volkswagen mirando os pontos fracos da Fiat Toro. Vira o shot. ☕
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No shot de hoje | 🔋 | BYD estreia híbrido a etanol |
| ⚡ | Geely EX2 ganha mais autonomia |
| 🛻 | VW Tukan mira erros da Toro |
| 🚙 | Pulse e Fastback: quem vende mais |
| 🌶️ | Omoda estreia SUVs no Brasil |
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I · A Manchete
BYD lança Song Pro Flex, primeiro híbrido a etanol da marca no Brasil
A BYD apresentou o Song Pro Flex, descrito como o primeiro SUV híbrido a etanol da montadora no país. É uma resposta direta a uma particularidade do mercado brasileiro: o etanol é combustível abundante e mais barato em boa parte do território, e nenhuma outra marca chinesa havia adaptado sua tecnologia híbrida para rodar com ele. A jogada da BYD mira um público que hoje só encontra motorização flex-híbrida em marcas tradicionais como Toyota e algumas linhas da própria Fiat e Chevrolet. Até aqui, os híbridos da BYD vendidos no Brasil, como o próprio Song Pro em outras versões, dependiam de gasolina. A entrada de um SUV flex-híbrido chinês aumenta a pressão sobre concorrentes que já disputam esse nicho, num momento em que o mercado brasileiro segue com forte demanda por eletrificação parcial, sem abrir mão do abastecimento familiar em qualquer posto. Para quem estava esperando um SUV eletrificado mais compatível com a rotina de abastecimento no Brasil, essa é a primeira oferta do tipo vinda da BYD, e deve pressionar rivais a acelerar lançamentos parecidos.
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Por que importa
É a primeira vez que a BYD adapta sua tecnologia híbrida ao etanol no Brasil, ampliando a disputa por um nicho até então dominado por marcas tradicionais. |
ParaibaOnline →
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O número do dia
39,4 kWh
É a capacidade da bateria atual do Geely EX2 vendido no Brasil, número que deve subir para 47 kWh com a atualização já estreada na Europa.
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II · O Essencial
 Elétricos
Geely EX2 ganha bateria maior na Europa e pode repetir no Brasil O Geely EX2 estreou na Europa com uma bateria de 47 kWh, maior que o pacote de 39,4 kWh usado na versão importada da China que já roda no Brasil. As duas versões europeias do hatch elétrico passam a usar exclusivamente esse conjunto de maior alcance. A informação de que a mudança pode chegar também à versão nacional foi publicada primeiro pelo site Autos Segredos, que flagrou protótipos do EX2 com a bateria maior sendo testados em solo brasileiro. Se confirmada, a atualização estenderia a autonomia do modelo por aqui sem mexer na configuração básica do carro, um movimento que ajudaria a Geely a competir com rivais chineses que já chegaram com pacotes maiores.
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O que significa: Quem está de olho no EX2 pode esperar uma versão nacional com mais autonomia, ainda sem data confirmada. |
Autoesporte →
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 Picapes
Volkswagen Tukan híbrida mira falhas da Fiat Toro A Volkswagen Tukan, sucessora da Saveiro, está sendo projetada para disputar simultaneamente com a Fiat Strada e a Fiat Toro no Brasil. Em entrevista exclusiva à Autoesporte em setembro do ano passado, o CEO global da marca, Thomas Schäfer, afirmou que a picape teria a missão de unir perfil de trabalho e de lifestyle ao mesmo tempo. A versão de cabine simples, já antecipada pela reportagem, deve usar motor 1.6 MSI e se chamar Robust, com opção movida apenas a etanol. A suspensão traseira será por eixo rígido. A estratégia de mirar dois modelos concorrentes de uma vez sinaliza que a Volkswagen quer cobrir tanto o público que compra picape para trabalhar quanto quem busca uma opção mais completa, hoje território dominado pela Fiat.
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O que significa: A picape que vai suceder a Saveiro chega mais ambiciosa, tentando roubar espaço de dois modelos da Fiat ao mesmo tempo. |
Autoesporte →
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 Vendas
Quantos Pulse e Fastback híbridos-leves a Fiat já vendeu no Brasil Uma análise detalha quantas unidades das versões híbridas-leves do Fiat Pulse e do Fastback já foram comercializadas no Brasil, e qual a fatia que essas versões representam dentro do total de vendas de cada SUV. O levantamento mostra como a eletrificação parcial vem se posicionando dentro da linha completa dos dois modelos, que seguem entre os mais vendidos do segmento no país. Entender essa proporção ajuda a mapear se o público brasileiro já está migrando de fato para versões eletrificadas ou se ainda prioriza as motorizações convencionais dentro do mesmo modelo.
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O que significa: Serve de termômetro para saber se o brasileiro está pagando mais por eletrificação leve ou ainda prefere o carro convencional. |
Motor1 Brasil →
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 Chinesas
Omoda chega ao Brasil com linha de SUVs eletrificados A Omoda, marca do grupo Chery International, desembarcou oficialmente no Brasil ao lado da Jaecoo, formando uma operação independente da Caoa Chery. A estratégia é a mesma adotada em outros mercados: SUVs eletrificados com visual marcante, alto nível de tecnologia e lista ampla de equipamentos. A chegada ocorre num momento de forte disputa entre marcas chinesas por espaço em segmentos historicamente dominados por fabricantes tradicionais, com rivais diretos como BYD e GWM já consolidados no país. A aposta da Omoda é diferenciar-se pelo design e pelo pacote tecnológico, tentando conquistar consumidores que já estão dispostos a considerar marcas chinesas, mas ainda comparam equipamento e preço entre elas.
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O que significa: Mais uma marca chinesa entra na briga por SUVs eletrificados, aumentando as opções (e a pressão por preço) para o consumidor brasileiro. |
Autoesporte →
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