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Espresso Carro do Ano A 60ª edição do Carro do Ano 2027 terá, pela primeira vez, só eletrificados entre os finalistas da categoria principal: BYD Atto 2, GAC Aion UT, Geely EX2, Jaecoo 5 e Jeep Avenger. → BYD Após um ano montando carros no Brasil e chegando a 150 mil unidades, a fábrica da BYD testa soldagem e pintura para alcançar 50% de produção local. → Arcfox T5 O SUV elétrico Baic Arcfox T5, próximo lançamento da marca no país, já desembarcou no Porto de Vitória (ES), segundo imagens publicadas no Instagram. →
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Karma Eximius 1: híbrido V8 de 1.200 hp abre série de nove exemplares únicos
 A Karma Automotive anunciou um programa de veículos sob encomenda ultraexclusivo, em que nove clientes especiais poderão criar o mesmo número de exemplares únicos, com estilo e mecânica modificados. O primeiro é o Eximius 1, focado em pista, com aerodinâmica agressiva e motor V8 híbrido. O Eximius 1 parece uma versão reforçada do Gyesera, sucessor do descontinuado Revero, que por sua vez evoluiu do Fisker Karma original, de 2011. Teto, luzes e portas vêm do carro doador. O restante mudou: novos para-choques com entradas e saídas de ar futuristas, capô ventilado, extensões de para-lama em fibra de carbono, difusor complexo e aerofólio fixo, tudo em azul Borealis com grafismos brancos. Por dentro há quatro bancos Recaro, revestimento de Alcantara em Borealis Blue e Moondust e bastante fibra de carbono. A cabine ainda traz um botão de emergência inspirado no automobilismo no console central e um capacete de carbono sob medida entre os bancos traseiros. O sistema é um híbrido plug-in em série, centrado em um V8 de 6,2 litros. Segundo a Karma, a potência combinada é de cerca de 1.200 hp, sendo 550 hp do motor a combustão e 650 hp dos elétricos. O quatro-lugares vai de 0 a 96 km/h em 2,7 segundos e passa de 322 km/h de máxima. O Gyesera, em comparação, passou há pouco de elétrico puro para autonomia estendida, com 566 hp. O carro provavelmente usa a estrutura de alumínio dos tempos da Fisker, mas recebeu suspensão semiativa da Öhlins, bitolas mais largas e freios carbono-cerâmicos com discos bipartidos atrás de rodas de magnésio de 21 polegadas.
Um híbrido de 1.200 hp com quatro lugares mostra até onde a Karma quer levar a personalização sob encomenda.
Fonte: Carscoops
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A letra E do câmbio manual dos VW antigos era uma marcha longa para economizar
 Antes dos modos de condução, da desativação de cilindros e dos híbridos, as montadoras tiveram de ser criativas para cumprir as normas de consumo que chegaram com a crise do petróleo, no fim dos anos 70 e início dos 80. A solução da Volkswagen foi um câmbio manual com a última posição marcada com um E maiúsculo. As configurações 3+E e 4+E do Golf original, do Jetta e do Rabbit de especificação americana não tinham relação com eletrificação. Muitos motoristas supunham que a letra significava Economy ou Extra, mas documentos da VW confirmam que é Efficiency. O E engatava um overdrive para baixar a rotação do motor, reduzir o desgaste e melhorar o consumo em estrada. O overdrive não era novidade. Carros britânicos e europeus usavam unidades eletro-hidráulicas externas, como o sistema Laycock de Normanville, acionadas por botão no painel ou alavanca na coluna. A VW integrou a marcha longa à carcaça do transeixo do modelo de tração dianteira e levou o comando à alavanca de câmbio. O 3+E do Rabbit LS 1981 era, na prática, uma carcaça de quatro marchas com espaçamento maior. Primeira, segunda e terceira cobriam cerca de 90% do uso urbano e de estradas secundárias, e o E, com relação de 0,70:1 e diferencial de 3,89:1, servia à rodovia. Nele, a rotação caía a 2.500 rpm a 60 mph (96 km/h), e o consumo subia de 24 mpg, do câmbio de quatro marchas antigo, para 28 mpg, chegando a 42 mpg em estrada. A marcha servia para manter velocidade, então era preciso reduzir para ter toda a potência. Na Europa, a VW foi além e criou o acabamento Formula E (Formel E) para toda a linha entre 1981 e 1985, focado em eficiência e sem relação com os carros de corrida elétricos de hoje.
A letra E explica uma solução mecânica de consumo que a VW usou antes de existirem híbridos e modos de condução.
Fonte: Carscoops
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Granizo danificou o carro? Saiba se o seguro cobre e o que fazer primeiro
 Uma chuva de granizo pode amassar o teto e o capô, quebrar vidros e danificar faróis em poucos minutos. O custo do reparo depende da extensão dos danos e, para quem tem seguro, das coberturas previstas na apólice. Se estiver dirigindo, reduza a velocidade, acenda os faróis e evite manobras bruscas. Não pare na faixa de rolamento nem no acostamento sem necessidade: em rodovias, busque um posto ou área de serviço, desde que sem aumentar o risco. Na cidade, escolha um ponto longe de árvores, postes, fiação elétrica e áreas sujeitas a alagamento. Dentro do carro, mantenha os vidros fechados, afaste-se das janelas e proteja o rosto e a cabeça. Não saia para cobrir o veículo durante a chuva. Depois, registre os danos com fotos e vídeos de vários ângulos (teto, capô, porta-malas, vidros, faróis e retrovisores), anotando data, horário e local. Se algum vidro quebrou, avalie se é seguro dirigir e acione o guincho, se necessário. Na modalidade compreensiva, que geralmente reúne colisão, incêndio, roubo e furto, os danos por fenômenos naturais podem estar incluídos. Seguros só de roubo e furto, ou só de danos a terceiros, normalmente não pagam o conserto do próprio carro. A confirmação está nas condições gerais, com coberturas, exclusões, franquias e limites, e vidros, faróis e retrovisores podem ter franquia própria. O custo varia com a quantidade e a profundidade dos amassados, o estado da pintura, a necessidade de desmontar componentes e a existência de danos em vidros ou outras peças.
Saber antes o que a apólice cobre evita surpresa na hora de acionar o seguro depois do granizo.
Fonte: Quatro Rodas
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Confira as ofertas de Mobi, C3 e Kwid nas lojas: os preços de novembro estão sujeitos a condições comerciais. Hoje · GM ainda não disse quais modelos e quando receberão a plataforma de quarta geração: veja se surge confirmação. Esta semana · Baic Arcfox T5, já no Porto de Vitória, é o próximo lançamento da marca no Brasil.
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Pra viagem Abra as condições gerais da sua apólice no site da Susep, pelo número do processo do produto, e confira se há cobertura para fenômenos naturais, a franquia e a cobertura de vidros. Entre a bateria que promete encolher e o carro de entrada que encarece, o preço final depende de quem faz a conta. A mecânica muda de época, mas a pergunta do bolso continua a mesma. |
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